15.07.2026

Atividades


eMMA regressa para uma 5.ª edição da exposição do Mestrado em Media Arts

Em 2026, o gnration volta a receber as propostas artísticas de um conjunto de artistas emergentes através da eMMA – Exposição do Mestrado em Media Arts da Universidade do Minho. De 17 a 25 de julho, a exposição coletiva exibe obras de oito estudantes, suscitando reflexões acerca da relação entre tecnologia, perceção, participação, paisagem e novas formas de existência e interação.

BMA_eMMA regressa para uma 5.ª edição da exposição do Mestrado em Media Arts

Sabe mais sobre a exposição aqui.


As fotografias presentes nesta notícia foram recolhidas durante a eMMA 2025.

Na interseção entre arte, comunicação e tecnologia, os estudantes são incentivados a explorar formas inovadoras para a expressão artística. 

Com um plano de estudos focado na aprendizagem laboratorial, prática e projetual, os artistas em formação utilizam ferramentas e conceitos da arte digital e do campo da tecnologia para desenvolver novas obras e projetos no domínio das Media Arts.

A inauguração tem entrada livre, realiza-se a 17 de julho, às 17:30, sendo que a exposição estará patente no gnration até dia 25 para apresentar oito peças:

 

Latent Figures, da autoria de Miguel Teixeira, transforma o ar em gravidade magnética. No interior deste vácuo formam-se raízes uma presença, que respira dentro de quem escuta em vez de ecoar ao seu redor.

 

Tríptico Quadrifónico, por Carlos A. Correia, é uma instalação que resulta de um exercício de poetização de campos vibracionais e de especulação pós-antropocêntrica.

 

Caixa Negra é uma escultura construída a partir de televisores CRT e outros dispositivos descartados, organizados como um sistema aberto de imagens, sons e circuitos expostos. Uma criação de Guilherme Maranhão.

 

Design After Control: Infraestruturas do Visível, de Ilídio Menezes, investiga o modo como os sistemas técnicos regulam o acesso às imagens, à informação e à visibilidade.

Ligações Vitais, por Eduardo Brito, cria um mundo, longe da vida do dia-a-dia, onde as pessoas podem interagir entre si, criando momentos de interação, que nutrem o espírito de brincadeira dos participantes.

 

Escuta do invisível é uma deriva audiovisual que direciona a atenção para aquilo que normalmente passa despercebido na experiência quotidiana da paisagem. O trabalho é da autoria de Verónica Lobo.

 

Don't Forget, de Maria Moura, explora dois conceitos contrastantes a que assistimos todos os dias através dos dispositivos eletrónicos que nos rodeiam. As pessoas participantes tornam-se nos protagonistas desta – o poder está nas suas mãos.

 

Entre, obra de Diana Gil, é uma instalação que explora o "estar entre" como um espaço de resistência, suspensão e existência.